segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Estreia em Bayreuth: A Capitulação, com libreto de R. Wagner

E esta, hem?
Vem direitinha da revista on line Wagnermania

«... Aunque Richard Wagner escribió 13 óperas a lo largo de su vida, dejó otros proyectos de ópera inacabados e, incluso, libretos completos de ópera a los que nunca llegó a poner música. En noviembre de 1870 el músico alemán escribióUna capitulación, con el subtítulo de Comedia al estilo antiguo, catalogada en el corpus wagneriano de obras con el WWV 102.
Parece que Wagner nunca pensó en realizar la composición musical, y tuvo en mente desde un principio a Hans Richter para tal labor. El director de orquesta austrohúngaro, que años después estrenaría El Anillo de Nibelungo en Bayreuth, escribió la música, si bien la composición ha desaparecido, por lo que es probable que Richter se deshiciera de ella.
Siglo y medio después, el joven Paul Leonard Schaeffer ha decidido componer de nuevo música para el libreto de Wagner, y el resultado pudo verse el pasado mes de agosto en Bayreuth, dentro del Festival de Jóvenes Artistas, gestionado al margen del famoso certamen que en la misma ciudad dirige la familia Wagner desde 1876. La dirección escénica de la función corrió a cargo de Georgios Kapoglou, profesor de la academia de música Hanns Eisler de Berlín, y la musical del director italiano Fausto Nardi.
Una capitulación fue escrita por Wagner durante la guerra franco-germana de 1870, y es una parodia de la cultura francesa que tiene como protagonista al escritor francés Víctor Hugo...»

http://www.wagnermania.com/noticias/noticias.asp?id=091001

domingo, 29 de agosto de 2010

A estética de Os Dez Mandamentos


Disse Benárd da Costa : «Argan disse das composições de Rubens o que se pode dizer das de De Mille :« Dinâmicas em espiral, feitas de oblíquas, curvas, órbitas, abismos abertos e massas concentradas em turbilhões. A cor formando torrentes impetuosas que regressam sem cessar (…) DeMille conseguiu, através de uma poética e de uma retórica, reencontrar os valores de Rubens, ele também apreendedor directo de outro momento similar da história das formas. E, talvez por isso, defendeu e revalorizou «imagens» ao serviço de uma dogmática, tentando provocar a piedade e o terror e vendo, como finalidade última delas, a capacidade de persuadir.» (in «Os Filmes da Minha Vida/Os Meus Filmes da Vida»)
Estou inteiramente de acordo.

O encenador Christoph Marthaler: Tristão e Isolda em Bayreuth, 2009

                            Tristão e Isolda, Bayreuth, 2009. ( a produção já é anterior)

As the prelude plays, we see circles of fluorescent light moving slowly in uncertain black space. Are we seeing flights of flying saucers, as in Close Encounters of the Third Kind?
É o início do artigo crítico publicado em Operatoday... vale a pena ler mais sobre estas produções modernaças...

Tristão: Robert Dean Smith; Isolda: Iréne Theorin; Marco: Robert Holl; Kurwenal: Jukka Rasilainen; Melot: Ralf Lukas; Brangäne: Michelle Breedt; Jovem marinheiro: Clemens Bieber; Pastor: Arnold Bezuyen;  Bayreuth Festival Chorus and Orchestra. Peter Schneider, direcção musical. Christoph Marthaler, encenação. Produção de Bayreuth, 2008, 2009.

http://www.operatoday.com/content/2010/08/tristan_und_iso.php

Sobre o encenador Christoph Marthaler, pode ler-se, por exemplo, um artigo interessante publicado no site do Festival d'Avignon 2010, em: http://www.festival-avignon.com/en/Artiste/38

terça-feira, 10 de agosto de 2010

LA RING ( Los Angeles RING) - A Valquíria



LA RING - A Valquíria
Direcção: James Conlon.
A produção parece ser polémica...
Vejam em: http://wagneropera.blogspot.com/

Wagner e Renoir

P.A. Renoir (1813-1883) - Retrato de Richard Wagner ( 1882)

Baudelaire e Richard Wagner

Nos anos 60 do século XIX, enquanto a maioria dos parisienses rejeitava as obras de Wagner, Baudelaire
escreveu um artigo intitulado “Richard Wagner et Tannhaüser à Paris”, no qual expressou sua admiração estética pelo compositor alemão, afirmando que «... nenhum músico sobressai como Wagner, ao pintar o espaço e a natureza materiais e espirituais. [...] Ele possui a arte de traduzir, por gradações subtis, tudo o que há de excessivo, de imenso, de ambicioso no homem espiritual e natural. Parece, às vezes, que ao escutar essa música ardente e despótica, encontramos as vertiginosas concepções do ópio pintadas no fundo das trevas, dilaceradas pelos devaneios».
Baudelaire foi dos poucos  na plateia que não vaiou a apresentação da ópera Tannhäuser em Paris, e achou que ela estimulava a imaginação, lançando a mente em um estado de sonho como o que conduzia à clarividência.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Wagner e Cézanne


Paul Cézanne (1839-1906)
The Overture to Tannhauser: The Artist's Mother and Sister (1868). Hermitage Museum in St. Petersburg.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Lohengrin. Bayreuth. 2010.

Lohengrin, Bayreuth, 2010


Em relação à esperada estreia de Lohengrin em Bayreuth 2010, um misto de palmas e assobios foi dispensado à proposta iconoclasta do alemão Hans Neuenfels, de 69 anos, que com o maestro da Letónia Andris Nelsons, 31 anos e actual director artístico da Orquestra Sinfónica de Birmingham, se estreava no palco de Bayreuth.
À frente do elenco de cantores de Lohengrin estava outro estreante no festival, Jonas Kaufmann, 41 anos, e uma vedeta do bel canto na Alemanha, cuja actuação, diz a AFP, teve uma recepção vibrante por parte da plateia, não chegando, contudo, para conquistar a unanimidade no final.
Esta encenação de Lohengrin – em que Hand Neuenfels colocou em palco vários personagens vestidos de ratos brancos correndo dentro de um laboratório asséptico – é a principal aposta do programa deste ano de Bayreuth.
Excerto da notícia que saiu no jornal Público
26.07.2010 - 16:53 Por Sérgio C. Andrade