domingo, 22 de abril de 2018

Vem aí a segunda feira...



Artigo da OCCHI MAG

«So, who knows how long Kylo’s list of atrocities is? Thinking of him as sexy, hot, and delicious should be a cause for personal concern. Perhaps it’s time to whip out a mirror and ask, why do you feel this way about Kylo—a “mass” murderer? Now, don’t get your undies in a bunch! It’s time to consider the attraction to Kylo Ren. »

https://occhimagazine.com/film-analysis-star-wars-kylo-ren-the-most-brilliantly-written-sociopath-you-love-to-hate/

A matéria Vader...

Kieron Gillen sobre a forma como a matéria Vader é representada na sua obra gráfica.
«...why we don’t do internal narrative for the character. You get flashbacks, but you never say what the flashbacks mean. (...) Or how Vader feels about those flashbacks. You know he’s angry over the memory of being lied to, but what does that mean? (...)
I think the level of enigmatic grandeur to Vader is absolutely key. That’s why people fell in love with him in the first place.»
Dentro ou fora do cânone de SW, o que é interessante é esta ideia de criar um diálogo com o cânone e de manter visualmente intacta a ambiguidade do ícone da cultura popular.

Vader Down: I love the concept...




VADER DOWN
Comic books set in the fictional Star Wars universe. 
Lucasfilm's now-corporate sibling Marvel Comics, which published Star Wars comics from 1977 to 1986, are once again publishing Star Warstitles that started in 2015. Dark Horse Comics owned the license to publish Star Warscomics from Lucasfilm exclusively from 1991 to 2014. 
The only comics considered canon are those released since 2015.
https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Star_Wars_comic_books#Comics

sábado, 21 de abril de 2018

Intertextualidades...


Regresso com o episódio VIII, e a propósito dele...


Depois de muito tempo, ora...
Por onde ando. A ver plano a plano, fico espantada com este «zygote» ao lado da Holy Mother em «The Last Jedi». Símbolo cósmico, preparação para a gravidez, premonição sobre o episódio IX.
No final do filme, na última  sessão «force-bond» com Kylo, a imagem sugere que ela está recetiva.
O que é espantoso é como podemos por a psique a funcionar a partir de imagens que vão diretas para o inconsciente... e foi o pessoal da comunidade tumblr que assinalou isto... num artigo absolutamente genial. Vão até aqui:
https://metamashina.com/2018/01/08/kill-the-king-and-take-the-crown-kylo-ren-rey-and-usurper-holy-mother/

sábado, 23 de abril de 2016

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Fã em transe...

Imagens que me deixaram sem respiração,estes dois planos do trailer de Rogue One ... quem serão estas duas personagens absolutamente misteriosas? Decididamente vamos ter mais Star Wars antes do desejado Episódio VIII... Que festim!


sábado, 9 de abril de 2016

What is going to happen with this one? I've got a bad feeling about this...


A pensar em Rogue One. Reparam que no final do trailer, o tema do destino e o de Vader se misturam? Ai, ai, ai...





Notas sobre educação


Um mito, este da formação de professores encarada como solução para todos os problemas da educação...
«considerar que a formação de professores é a alavanca fundamental da inovação coloca o ónus do conservadorismo nos professores: tudo estaria melhor, se os professores fossem mais bem formados.  Todos os outros fatores que constituem uma intrincada e sólida rede de interesses que afeta a Educação (legislação, organização das escolas, currículos, encarregados de educação, famílias, comunidades, etc.),  todos estes fatores são relegados para um segundo plano.  Escolher a formação de professores como o elemento fundamental de mudança conduz à desvalorização de outros fatores que são, pelo menos, tão importantes quanto a formação. Este pensamento convida ainda a pensar que os professores (isto é, a sua falta de formação) são o verdadeiro problema da Educação.»
https://www.publico.pt/sociedade/noticia/o-mito-da-formacao-de-professores-1728529?page=2#/follow



In the Wake of the zombie apocalipse...

In the wake of the zombie apocalipse… exploram-se possibilidades em torno da ideia do convívio com a paranoia e com as formas que se inventam para a contornar…  

O caos pode estar instalado, mas desde que a nossa área seja segura, ainda vamos curtir ao sol para a piscina do quintal.
No final dos tempos da psicose coletiva nazi, o mundo colapsava, mas no bunker dançava-se e fumava-se. Às vezes inventamos estranhas formas de afastar o sofrimento. Com o pretexto de criarmos empatia com os outros, até recriamos o sofrimento, o nosso e o dos outros. Fazemos isso na cultura, na arte, na literatura.

Enfim, gosto de algumas das estratégias de Fear the Walkind Dead, bem mais do que os da congénere The Walking Dead, precisamente porque o enfoque está na paranoia...



É uma paranóia que está contaminada por carros e telemóveis, e que nos mostra que há algo completamente compulsivo na forma como abordamos o mundo via tecnologia... e porque é que isto nos hipnotiza?








E, a propósito de zombies…  há um que é muito esperado, não é verdade? O que é que se vai passar em breve?