Divulgo mais um artigo de reflexão wagneriana, publicado na Revista de la Universidade de México...
«Repetición o mediación - Memoria e historiografía en Richard Wagner», por Demetrio Zavala Scherer
http://www.revistadelauniversidad.unam.mx/1004/pdfs/80-89.pdf
Blogue dedicado a Richard Wagner, a Cecil B. DeMille, a Tolkien, à 7.ª Arte e a outras coisas de cultura, editado por Elsa Mendes desde 15 de Abril de 2010
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
sábado, 28 de dezembro de 2013
BOAS FESTAS com Richard Wagner
Wagner apresentou O Idílio de Siegfried como presente de aniversário a Cosima, sua mulher. Foi tocado na manhã de NAtal de 1870 na villa de Wagner, em Tribschen, por um conjunto de 13 executantes. Produziu-se um belo cartão de festas, que aqui divulgo.
Boas Festas com Richard Wagner!!!
A indicação completa pode ler-se no wall de Wagner Opera em: https://www.facebook.com/WagneroperaNET
Inspirações a propósito de O Navio Fantasma, de Richard Wagner...
Tendo a inolvidável ópera de Richard Wagner como inspiração, José Pacheco Pereira escrevia assim no jornal Público, em julho de 2013...
«O Navio-Fantasma
O debate de ontem ocorreu pouco mais de 48h depois da intervenção do Presidente, que
mudou tudo, mas os fantasmas continuaram como se nada mudasse
Tenho usado nestes últimos dias a história do navio Holandês Voador, para falar do
nosso governo "irrevogável". O Holandês Voador é o navio-fantasma que vagueia de
porto em porto sem nunca poder descansar em nenhum, sem bússola que aponte o norte,
povoado por um capitão e por marinheiros-fantasmas, amaldiçoados por um qualquer
acto de blasfémia, e cujas velas se enfunam no sentido contrário dos ventos. É uma
velha lenda de países que tinham navios e marinheiros, que sabiam bem como o mar é
imponente, perigoso, aterrador, misterioso, e que faz parte daquele património
simbólico que, na nossa história ocidental, retrata a maldição....»
Segue o artigo na íntegra...
http://www.clubedejornalistas.pt/wp-content/uploads/2013/07/onaviofantasmacj.pdf
Richard Wagner - O Navio Fantasma - dossiê pedagógico
Eis um excelente dossiê pedagógico para o esudo de «O Navio Fantasma»... divulgado pela Academia de Aix- Marselha.
http://www.ac-aix-marseille.fr/pedagogie/upload/docs/application/pdf/2013-01/le-vaisseau-fantome_richard-wagner_plantevin.pdf
http://www.ac-aix-marseille.fr/pedagogie/upload/docs/application/pdf/2013-01/le-vaisseau-fantome_richard-wagner_plantevin.pdf
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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
DeMille: Cleópatra (1934) - A morte da rainha
Claudette Colbert como Cleópatra, filme de Cecil B. DeMille,( 1934) no final da sequência da morte da rainha....
Foto de arquivo colorida.
Deslumbrante...
Foto de arquivo colorida.
Deslumbrante...
domingo, 22 de dezembro de 2013
Richard Wagner e a Idade Média
Recriações das Sagas dos Nibelungos
Eis um interessantíssimo artigo sobre as fontes medievais de Richard Wagner e as suas influências na composição do RING...
Medieval Romance and Wagner’s
Musical Narrative in the Ring
J. P. E. HARPER-SCOTT
http://www.jpehs.co.uk/wp-content/uploads/2010/12/harper-scott202009.pdf
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Influência de Richard Wagner em Adolph Hitler
Eis um trabalho interessante:
Wagner and Hitler:
An exploration into the extent to which Richard Wagner influenced Adolf Hitler
porLaura Wang
http://sites.duke.edu/french2_01_f2011_katharinauhde/files/2012/11/Laura-Wang.pdf
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Os fãs de Richard Wagner
Richard Wagner: hate him, loathe him and… admire him
June 23, 2013
The Wagnerian universe revolves around a body of music that is painfully beautiful, moving us to the very core of our being, offering us magical and unique effects similar to those of psychedelic drugs.
Arthur Rackham, O Anel do Nibelungo, ilustração
Richard Wagner: hate him, loathe him and… admire him
( Revista PRISMA - Multicultural newspaper)
domingo, 15 de dezembro de 2013
Wagner e os Judeus
Partilho um texto que se encontra on-line:

Judaism in Music
DAS JUDENTHUM IN DER MUSIK
by Richard Wagner
Translated by William Ashton Ellis
http://www.jrbooksonline.com/PDF_Books/JudaismInMusic.pdf

Judaism in Music
DAS JUDENTHUM IN DER MUSIK
by Richard Wagner
Translated by William Ashton Ellis
http://www.jrbooksonline.com/PDF_Books/JudaismInMusic.pdf
Richard Wagner e a música de Igreja
Eis um interessante artigo sobre o uso de música de igreja em «Parsifal».
http://www.roh.org.uk/news/parsifal-musical-highlight-wagners-use-of-church-music-in-his-final-opera
Musical Highlight: Wagner's use of church music in Parsifal
How, where and why Wagner incorporated the Dresden amen.
BY JOHN SNELSON
http://www.roh.org.uk/news/parsifal-musical-highlight-wagners-use-of-church-music-in-his-final-opera
sábado, 14 de dezembro de 2013
Geografias e genealogias Wagnerianas
Depois de uma pequena ausência ( o trabalho não perdoa), eis-me de regresso, e com duas curiosisdades wagnerianas. Ei-las: pistas «nibelunguianas» e uma ineressante árvore de genealogias...
sábado, 26 de outubro de 2013
Wagner e as mulheres...
Eis um interessante artigo...
«Pour terminer cette année 2013, durant laquelle on a célébré le bicentenaire de la naissance du « mage de Bayreuth », je vous propose cette chronique sur Wagner et les femmes. Depuis longtemps, on considère qu’il y a un « cas Wagner », et ceci sous plusieurs angles (et encore de nos jours)...»
Segue o link...
http://www.refletsdutemps.fr/index.php/thematiques/culture/musique/item/wagner-et-les-femmes
domingo, 22 de setembro de 2013
A Ilusão da ascensão social em BLUE JASMINE ( 2013), de Woody Allen
Fui ver Blue Jasmine. Numa nota rápida, um filme duro sobre a grande ilusão da ascensão social e, claro, sobre a culpa daqueles que transgridem uma determinada ordem moral. Atualizando a anti-heroína Blanche, de A Streetcar named Desire ( Tenessee Williams), W. Allen mostra que é exímio no storytelling, como sempre. Lembro-me, é claro, de Vigaristas de Bairro, filme em que o tema da ascensão social já aparecia, mas, citando o crítico da Vanity Fair, é bom ver Woddy Allen sair do seu bairro dourado de «eleitos» em Nova Iorque e estilhaçar a loiça toda com esta socialite que dá pelo nome de Jasmine (née Jeanette), interpretada de forma brilhante por Cate Blanchett. Com Jasmine, Allen regressa à tragédia de forma magistral. O filme é o final de uma história que, depois, nos é dada em flashback. Numa sociedade em que a ascensão não se constrói sobre a inocência, Jasmine saiu do nada e atingiu o topo. Perguntamo-nos até que ponto chegou o pacto que Jasmine fez com o diabo da fama e da riqueza. Completamente aristotélico, Allen dá-nos chaves para irmos percebendo a culpa trágica de Jasmine: aparentemente Jasmine não quer saber da ética e da moral para nada, mas também parece ignorar deliberadamente os «negócios» do marido para viver no seu planeta dourado em Nova Iorque. Perguntamo-nos: mas ela sabe ou não sabe das corrupções, das negociatas, das manobras mafiosas, dos jogos sujos?... Sabe, é o que Allen nos vai dizendo. Primeiro, porque arrastou a irmã e o cunhado (que queriam investir honestamente o dinheiro numa empresa) para a estratosfera dos negócios de risco do marido, e Jasmine é a instigadora do processo. Depois porque, traída pelas várias amantes de Hal (que ela teima em ignorar), Jasmine só reclama vingança quando a coisa da vergonha se torna pública. O divórcio não a satisfaz, a vigança materializa-se num telefonema para o FBI que leva rapidamente Hal à prisão e à morte. Jasmine sabe muito bem para quem devia telefonar para se vingar de Hal. Jasmine sabe das fraudes, sabe dos crimes, logo, foi cúmplice de tudo e, portanto, foi parcialmente culpada. Arrastada para a desgraça da falência até à loucura, nada a pode redimir. O encontro com o diplomata adia-lhe uma vez mais as ilusões de poder, mas a aparição operática do ex-cunhado fornece a estocada final para um desenlace brutal.
É interessante ver Allen aflorar a demência da cultura e sociedade atuais, desde a composição do retrato do gangster da banca e dos «negócios» tóxicos ( Hal Francis interpretado por um Alec Baldwin perfeito para o papel) ao mundo horribilis da ambição e futilidade de um pretendente (Peter Sarsgaard no papel de Dwight Westlake) ao universo dos trepadores das modernas magistraturas políticas ( lideres partidários, diplomatas, políticos em ascensão e outros animais afins...). No fim, não resta nada, o real que fica é a loucura e a demência de Jasmine... um murro. Soberbo.
Fico à espera do próximo filme de Allen...
Fica o link para o artigo de crítica na Vanity Fair...http://www.vanityfair.com/online/daily/2013/07/movie-review-blue-jasmine-woody-allen
domingo, 15 de setembro de 2013
Richard Wagner: Divulgação
Excelente artigo.
Boulezian: From Bayreuth to Leipzig: Wagner returning home fo...: (a paper originally given at the OBERTO conference: Staging Operatic Anniversaries, at Oxford Brookes University, 10 September 2013) ...
Boulezian: From Bayreuth to Leipzig: Wagner returning home fo...: (a paper originally given at the OBERTO conference: Staging Operatic Anniversaries, at Oxford Brookes University, 10 September 2013) ...
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Wagner 2013: celebrações na Catalunha
Na Catalunha são verdadeiros apreciadores de Richard Wagner. Eu direi que são wagnerianos furiosos, do melhor que há.
Veja-se um site de celebrações wagnerianas na Catalunha.
http://www.bicentenariwagner.cat/exposicions-1/wagner-i-arts/
Veja-se um site de celebrações wagnerianas na Catalunha.
http://www.bicentenariwagner.cat/exposicions-1/wagner-i-arts/
Isolde de Fernand Khnopff
Isolde, ca. 1905.
Dibuix/paper, 49 x 35 cm.
Galeria Patrick Derom, Brussel·le
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