domingo, 22 de dezembro de 2013

Richard Wagner e a Idade Média


                                     Recriações das Sagas dos Nibelungos

Eis um interessantíssimo artigo sobre as fontes medievais de Richard Wagner e as suas influências na composição do RING...

Medieval Romance and Wagner’s
Musical Narrative in the Ring
J. P. E. HARPER-SCOTT

http://www.jpehs.co.uk/wp-content/uploads/2010/12/harper-scott202009.pdf


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Os fãs de Richard Wagner

Richard Wagner: hate him, loathe him and… admire him

June 23, 2013
The Wagnerian universe revolves around a body of music that is painfully beautiful, moving us to the very core of our being, offering us magical and unique effects similar to those of psychedelic drugs.



Arthur Rackham, O Anel do Nibelungo, ilustração

Richard Wagner: hate him, loathe him and… admire him
( Revista PRISMA - Multicultural newspaper)

sábado, 14 de dezembro de 2013

Geografias e genealogias Wagnerianas

Depois de uma pequena ausência ( o trabalho não perdoa), eis-me de regresso, e com duas curiosisdades wagnerianas. Ei-las: pistas «nibelunguianas» e uma ineressante árvore de genealogias...



sábado, 26 de outubro de 2013

Wagner e as mulheres...


Eis um interessante artigo...

«Pour terminer cette année 2013, durant laquelle on a célébré le bicentenaire de la naissance du « mage de Bayreuth », je vous propose cette chronique sur Wagner et les femmes. Depuis longtemps, on considère qu’il y a un « cas Wagner », et ceci sous plusieurs angles (et encore de nos jours)...»

Segue o link...

http://www.refletsdutemps.fr/index.php/thematiques/culture/musique/item/wagner-et-les-femmes


domingo, 22 de setembro de 2013

A Ilusão da ascensão social em BLUE JASMINE ( 2013), de Woody Allen



Fui ver Blue Jasmine. Numa nota rápida, um filme duro sobre a grande ilusão da ascensão social e, claro, sobre a culpa  daqueles que transgridem uma determinada ordem moral. Atualizando a anti-heroína Blanche, de A Streetcar named Desire ( Tenessee Williams), W. Allen mostra que é exímio no storytelling, como sempre. Lembro-me, é claro, de Vigaristas de Bairro, filme em que o tema da ascensão social já aparecia, mas, citando o crítico da Vanity Fair, é bom ver Woddy Allen sair do seu bairro dourado de «eleitos» em Nova Iorque e estilhaçar a loiça toda com esta socialite que dá pelo nome de Jasmine (née Jeanette), interpretada de forma brilhante por Cate Blanchett. Com Jasmine, Allen regressa à tragédia de forma magistral. O filme é o final de uma história que, depois, nos é dada em flashback. Numa sociedade em que a ascensão não se constrói sobre a inocência, Jasmine saiu do nada e atingiu o topo. Perguntamo-nos até que ponto chegou o pacto que Jasmine fez com o diabo da fama e da riqueza. Completamente aristotélico, Allen dá-nos chaves para irmos percebendo a culpa trágica de Jasmine: aparentemente Jasmine não quer saber da ética e da moral para nada, mas também parece ignorar deliberadamente os «negócios» do marido para viver no seu planeta dourado em Nova Iorque. Perguntamo-nos: mas ela sabe ou não sabe das corrupções, das negociatas, das manobras mafiosas, dos jogos sujos?... Sabe, é o que Allen nos vai dizendo. Primeiro, porque arrastou a irmã e o cunhado (que queriam investir honestamente o dinheiro  numa empresa) para a estratosfera dos negócios de risco do marido, e Jasmine é a instigadora do processo. Depois porque, traída pelas várias amantes de Hal (que ela teima em ignorar), Jasmine só reclama vingança quando a coisa da vergonha se torna pública. O divórcio não a satisfaz, a  vigança materializa-se num telefonema para o FBI que leva rapidamente Hal à prisão e à morte. Jasmine sabe muito bem para quem devia telefonar para se vingar de Hal. Jasmine sabe das fraudes, sabe dos crimes, logo, foi cúmplice de tudo e, portanto, foi parcialmente culpada. Arrastada para a desgraça da falência até à loucura, nada a pode redimir. O encontro com o diplomata adia-lhe uma vez mais as ilusões de poder, mas a aparição operática do ex-cunhado fornece a estocada final para um desenlace brutal.
É interessante ver Allen aflorar a demência da cultura e sociedade atuais, desde a composição do retrato do gangster da banca e dos  «negócios» tóxicos ( Hal Francis interpretado por um Alec Baldwin perfeito para o papel) ao mundo horribilis da ambição e futilidade de um pretendente (Peter Sarsgaard no papel de Dwight Westlake) ao universo dos trepadores das modernas magistraturas políticas ( lideres partidários, diplomatas, políticos em ascensão e outros animais afins...). No fim, não resta nada, o real que fica é a loucura e a demência de Jasmine... um murro. Soberbo.
Fico à espera do próximo filme de Allen...

Fica o link para o artigo de crítica na Vanity Fair...http://www.vanityfair.com/online/daily/2013/07/movie-review-blue-jasmine-woody-allen

domingo, 15 de setembro de 2013

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Wagner 2013: celebrações na Catalunha

Na Catalunha são verdadeiros apreciadores de Richard Wagner. Eu direi que são wagnerianos furiosos, do melhor que há.
Veja-se um site de celebrações wagnerianas na Catalunha.

http://www.bicentenariwagner.cat/exposicions-1/wagner-i-arts/

Isolde de Fernand Khnopff

0119-c
Isolde, ca. 1905.
Dibuix/paper, 49 x 35 cm.
Galeria Patrick Derom, Brussel·le

O Ciclo Wagneriano de Mariano Fortuny na pintura


Um belíssimo Siegfried e as Filhas do Reno, de Mariano Fortuny.

O ciclo Wagneriano de Mariano Fortuny

Já aqui mostrei algumas pinturas do catalão Mariano Fortuny. Eis mais uma das obras do seu Ciclo Wagneriano, aqui as flores de Klingsor, de Parsifal.

Temas Wagnerianos na pintura: Tristão e Isolda, de Salvador Dali


Richard Wagner e a música de cinema

Divulgo mais um artigo do The Wagnerian. Wagner e a sua relação com a música de filmes... neste caso, o autor do blog divulga um interessante vídeo com uma conferênia sobre o assunto.

Video Lecture: How Richard Wagner Influnced Film Music

http://www.the-wagnerian.com/2013/05/video-lecture-how-richard-wagner.html