terça-feira, 27 de março de 2012

Ligações perigosas: Susan Sontag, Wagner e Hitler



Video essay on HITLER: A FILM FROM GERMANY (1977, dir. Hans-Jurgen Syberberg). Text taken from Susan Sontag,"Syberberg's HITLER" (1979).

Wagner — Parsifal (Syberberg, 1981) Início



Continuamos a celebrar a Quaresma, agora com o início de uma obra de culto inesquecível: Parsifal (1981), de Hans-Jürgen Sybeberg. Uma proposta iconoclasta de que gostei sempre...

segunda-feira, 26 de março de 2012

QUARESMA



Em tempos de Quaresma, há que mudar... por isso, ouçamos o início do festival sagrado «Parsifal», do querido mestre,  com uma série de muito boas imagens de fundo, sem preocupações de referências... a sequência está muito adequada. Viajemos, então...

Cartazes de DeMille: The Ten Commandments (1956)

Em tempo de Quaresma, apetece começar a rememorar esta verdadeira lição cinematográfica sobre o assunto que foi o filme de Cecil B. DeMille.




 
Eis quatro cartazes de divulgação da obra-prima de DeMille: The Ten Commandments (1956)

Cartazes de DeMille: The King of Kings (1927)


Um poster para um filme de DeMille bem a propósito da época: The King of Kings (1927), uma das suas obras maiores.

DeMille: This Day and Age (1933)

                                                Cecil B. DeMille - This Day and Age (1933)

quarta-feira, 21 de março de 2012

Cartazes de DeMille: The Greatest show on Earth (1952)


O Maior Espetáculo do Mundo (1952), de Cecil B. DeMille
 Filme excelente, que parte da apresentação da vida do circo para, no fundo, mostrar uma vez mais os pontos de vista do realizador sobre o modo de vida americanao e as suas convicções profundas acerca do self made man e sobre a sociedade norte-americana. O argumento é extraordinariamente bem construído e  dirigido de forma brilhante. O guarda-roupa é deslumbrante, bem como a montagem e a fotografia da resposabilidade de  George Barnes. No elenco, os maiores destaques ficam por conta das actuações de Cornel Wilde, Charlton Heston e  James Stewart. O choque de comboios que ocorre durante o filme representa um ponto alto no cinema de catástrofe.
O realismo das cenas filmadas envolvendo o trapézio voador é outro ponto alto de suspense
a propósito do 'duelo' entre Holly e Sebastián.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Wagner: Kaufmann e Pape em Parsifal

The Wagnerian: Update: Jonas Kaufmann and Rene Pape in new produ...: UPDATE: If you missed it, the MET confirmed this production, cast and times ( See here ) on Thursday. That was a lucky guess wasn't it? As t...

O guarda roupa nos filmes de DeMille: Nefretiri ( Os Dez Mandamentos) vestida por Edith Head.



Os trabalhos da costureira Edith Head e equipa em The Ten Commandments (1956) para o guarda-roupa de Ann Baxter, a rainha Nefretiri.Deslumbrante...

DeMille e o American Sublime



DeMille: Reap the Wild Wind (1942)





O deslumbramento das imagens de Cecil B. DeMille.
Reap the Wild Wind (1942), com Ray Milland, John Wayne e Paulette Godard.
O filme recebeu um Óscar pelos melhores efeitos especiais

Há um artigo interessante sobre o filme no blog seguinte:

sábado, 3 de março de 2012

Ilustrações de Wagner: Ferdinand Leeke

    
Ferdinand Leeke (1859-1923) - Elsa Von Brabant e Lohengrin e Elsa von Brabant,  Lohengrin
F. Leeke nasceu em Burg, perto de Magdeburg, em 1859. Estudou na Academia de Munique com Johann Herterich (1843-1905), considerado um notável pintor histórico e de género. Cerca de 1889 Leeke foi contratado por Siegfried Wagner, de filho de Richard Wagner, para pintar uma série de trabalhos sob temas das óperas de R. Wagner.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Divulgações wagnerianas

Aqui poderão consultar um artigo sobre A Ideologia wagneriana: uma concepção político-jurídica do Belo e do Holocausto.

http://siaibib01.univali.br/pdf/Jefferson%20Antonione%20Rodrigues.pdf

O Drama wagneriano

Eis um interessante artigo sobre o Drama Wagneriano, de Norton Dudeque.

http://ufpr.academia.edu/NortonDudeque/Papers/122711/O_DRAMA_WAGNERIANO_E_O_PAPEL_DE_ADOLPHE_APPIA_EM_SUAS_TRANSFORMACOES_CENICAS

Cantores wagnerianos: Astrid Varnay ( 1918-2006)



Astrid Varnay, numa entrevista.

Ibolyka Astrid Maria Varnay (Estocolmo, 25 de Abril de 1918 — Munique, 4 de Setembro de 2006) - soprano dramático, nascida na Suécia. Os seus pais eram húngaros e a mãe era uma famosa soprano de colatura: Maria Javor. O seu pai era Alexander, um tenor spinto. A ópera era o mundo em que Varnay cresceu, tendo conhecido os bastidores de grandes casas de óperas de todo o mundo. A família  mudou-se de New York para a Argentina, onde o pai morreu em 1924, aos trinca e cinco anos. Dois anos depois, a mãe casou-se com o tenor Fortunato de Angelis. Varnay estudou para ser pianista mas, aos dezoito anos, decidiu ser cantora, e recebeu lições de canto da mãe. Um ano depois, Varnay começou a preparar papéis com o maestro e treinador Hermann Weigert no Metropolitan Opera, com quem se casou  mais tarde. Aos vinte e dois anos conhecia o repertório Húngaro, Alemão, Inglês, Francês e Italiano e seu repertório já incluia quinze papéis de soprano dramáticas, a maioria Wagneriana. Fez sua estréia no Met no dia 6 de Dezembro de 1941, com o papel de Sieglinde. Esta foi sua primeira performance no papel, e agradou ao público. Seis dias depois substituiu Helen Traubel na mesma ópera. Em 1948 fez sua estréia no Covent Garden e, em 1951, em Florença, ambos como Lady Machbeth na ópera Macbeth de Verdi. Neste mesmo ano fez sua estreia no Festival de Bayreuth e apareceu no festival nos dezessete anos seguintes. No Met trabalhou até 1956. Em 1969 começou a cantar um repertório mais pesado de soprano dramática e começou a cantar papéis de mezzo-sopranos. Regressou ao Met em 1974 e a sua última aparição naquela casa foi em 1979. Em 1998 publicou sua autobiografia e morreu com 88 anos.