quarta-feira, 4 de maio de 2011

Tristan und Isolde no Carnegie Hall com Leonard Bernstein


Em Tristão e Isolda (1865), Wagner atingiu fronteiras da harmonia cromática, apontando, de certa forma, o caminho para a sistematização da atonalidade de Arnold Schoenberg. Esta história, a quintessência do romantismo, reflete a susceptibilidade do compositor às idéias filosóficas de Schopenhauer e aos encantos da poetisa Mathilde Wesendock.«Tristão e Isolda», uma das obras mais emblemáticas de Richard Wagner e um dos principais marcos na história da música, estreou no ano de 1865, em Munique, Alemanha, sob a direcção de Hans Von Bulow. A música obedece a uma estrutura surpreendente que, através de um cromatismo muito vincado, dá expressão admirável a uma gama de sentimentos: paixão, ternura, dor. Aqui fica um extraordinário excerto de uma não menos extraordinária interpretação: Ramon Vinay e Martha Modl nos papéis principais.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Tristão e Isolda em Berlim (encenação de Graham Vick)

MC :: La culpa la tuvo la madre de Isolda
http://www.mundoclasico.com/ed/documentos/doc-ver.aspx?id=e28affd7-e457-47c8-be98-5297da29bcff

É uma crítica à mais recente produção de Tristão e isolda na Deutsche Oper.
Choveram críticas a Graham Vick.
Berlin, 17/03/2011. Deutsche Oper. Tristan und Isolde de Richard Wagner (estreno, Munich 10 de junio de 1865). Director de escena: Graham Vick. Escenografía y vestuario: Paul Brown. Iluminación: Wolfgang Göbbel. Elenco: Peter Seiffert (Tristán); Kristinn Sigmundsson (Rey Marke); Petra Maria Schnitzer (Isolda); Sebastián Noack (Kurwenal), Jörg Schömer (Melot); Jane Irwin (Brangania); Peter Maus (Un pastor). Coro de la Deutsche Oper Berlin (director del coro: William Spaulding) y Orquesta de la Deutsche Oper Berlin. Director musical: Donald Runnicles.

sábado, 9 de abril de 2011

Wagner e Ravello



Ravello, Amalfi, Itália.
Tem servido como destino de artistas: Richard Wagner, M. C. Escher, Giovanni Boccaccio, Edvard Grieg, Greta Garbo, André Gide, Joan Mirò, Truman Capote, Tennessee Williams, Virginia Woolf, Gore Vidal.
No Verão, ocorre aqui o "Ravello Festival", que teve o seu início em 1953, em honra de Richard Wagner, que lhe chamou « o jardim de Klingsor» e aí se terá inspirado para compôr Parsifal...


Wagner em postais

Outra série interessantíssima de postais sobre Richard Wagner e a sua obra. Estes são mágicos, accionando uma imagem em que se vêem as filhas do Reno. Uma delícia!
Rheingold: The Rheinmaidens appear on this postcard. Meteor transparency postcard, series number 88690. Card number 569. Postmarked 1901.

http://www.historicopera.com/htl-opera-page.htm#

Postais de Richard Wagner

Richard Wagner
Série de postais 1913  - Liebig Opera Theatre, das conhecidas séries de postais Liebig.


«1872 marked the beginning of the publication of the colored lithographed Liebig cards. Each series of had 6 or 12 cards. The sets were produced up until the second World War but more cards, of lesser quality, have been edited until the seventies. The cards have been published in German, French, Spanish, Italian etc language. The series 1-1164 are the mostly collected Liebig trading cards. »

http://www.historicopera.com/series_liebig.htm



Parsifal em postais

Parsifal
Colecção de postais extraordinários sobre a obra de Richard Wagner.
Sigam o link:
http://www.richard-wagner-postkarten.de/postkarten/par.php

Wagner e Liszt

 
Postal usado na Alemanha cerca de 1917.
Wagner e Liszt, de Hugo Schubert.

sexta-feira, 18 de março de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

O estilo C.B. DeMille

                                      Cecil B. DeMille no seu  Lincoln Convertible,  1933.

terça-feira, 15 de março de 2011

O Estilo C.B. DeMille


O estilo C.B. DeMille. Inimitável.

Das três, uma:
a) o estilo «andar de botas» era comum nos filmes;
b) DeMille gostava tanto do estilo que todos os que trabalhavam com ele tinham que usar botas;
c) Todos queriam ser como C.B. deMille.

Anyway...

quinta-feira, 3 de março de 2011

Parsifal

Carta de Nietzsche sobre Parsifal

“Quando o voltar a ver, dir-lhe-ei exactamente o que eu então compreendi. Pondo de lado todas as perguntas irrelevantes (para que finalidade tal música pode ou deve servir?), e falando de um ponto vista estritamente estético, será que Wagner escreveu algo melhor do que o Parsifal? A percepção e a precisão psicológicas supremas sobre o que pode ser dito, expressado, comunicado, o rigor extremo e a rectidão da forma, a transmissão epigramática do sentido, a clareza na descrição musical (…) e finalmente o carácter sublime do sentir (…) é isso o que faz Wagner na forma mais nobre (…). Nós só obtemos algo de semelhante em Dante e em mais nenhum outro. Será que algum pintor conseguiu descrever de uma forma tão expressiva o olhar do amor como Wagner o faz nos últimos acordes do seu Prelúdio?”

(Nietzsche, Carta a Peter Gast, Janeiro de 1887 [Heinrich Köselitz])

 




   











Jean Delville - Parsifal, 1882

Parsifal




















Ilustrações:
"Parsifal vor der Gralsburg" — Weimar 1928,  Hans Werner Schmidt (1859–1950) ( esquerda)
"Parsifal", Hermann Hendrich (1859-1931) (direita)

Lauritz Melchior - Parsifal - "Nur eine Waffe taugt"



Eugene Ormandy dirige.
A Philadelphia Orchestra interpreta.
Gravado em 1938.
Lauritz Melchior canta.

Parsifal em Barcelona

Parsifal, Teatro del Liceu, Barcelona

Está disponível no blog Fanáticos da Ópera um artigo muito completo sobre as récitas de Parsifal, no Gran Teatre del Liceu, em Barcelona. Recomendo vivamente a sua leitura aos wagnerianos.
Sigam os links:
http://fanaticosdaopera.blogspot.com/2011/02/parsifal-liceu-barcelona-24-e-25.html#comment-form
http://www.liceubarcelona.cat/