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domingo, 22 de julho de 2012

Bayreuth e o nazismo - Fantasmas que sobrevivem...


O barítono russo Evgeny Kikitin abandona o festival de Bayreuth por usar tatuagens nazis.
Os alemães e os seus fantasmas. Talvez tenham feito bem, não sei... parece-me um pouco para alemão ver... os totalitarismos e as pressões andam aí e espreitar por todo o lado, em aspetos bem mais graves das nossas vidas, e não vejo medidas de remedeio à vista para esses atentados bem mais graves à dignidade humana...

Vejam a notícia no Público...
http://www.publico.pt/Cultura/baritono-despedido-de-festival-dedicado-a-wagner-por-tatuagem-nazi-1555824


quinta-feira, 24 de maio de 2012

A Família Wagner


O mestre e a família
A família Wagner e amigos em 1881. Acima, da esquerda à direita: Blandine von Bülow, Heinrich von Stein (professor de Siegfried), Cosima e Richard Wagner e Paul von Joukowsky (amigo da família); abaixo, da esquerda à direita: Isolde, Daniela von Bülow, Eva e Siegfried.

domingo, 15 de abril de 2012

Wagner & Verdi


 Um novo livro Wagner/Verdi: 1813 - Wagner & Verdi

 Partilho uma notícia excelente do blog The Wagnerian.

Acrescento um excerto da notícia: « This beautiful book has been published to mark the bicentenary of the births of Richard Wagner and Giuseppe Verdi whose operas continue to enrich the lives of opera lovers everywhere. They were born at a time when Europe was convulsed by the Napoleonic wars, and when the nation states of Germany and Italy did not yet exist. Each became a master of musical-dramatic forms and transformed the way music was composed for the theatre. Their influence extended well beyond the stage.»


Imagens do livro:


Aqui fica mais uma vez o link de The Wagnerian.
http://thewagnerian.blogspot.pt/2012/04/new-wagnerverdi-book-1813-wagner-verdi.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+TheWagnerian+(The+Wagnerian)

sábado, 31 de março de 2012

terça-feira, 27 de março de 2012

Wagner — Parsifal (Syberberg, 1981) Início



Continuamos a celebrar a Quaresma, agora com o início de uma obra de culto inesquecível: Parsifal (1981), de Hans-Jürgen Sybeberg. Uma proposta iconoclasta de que gostei sempre...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Nietzsche, Bayreuth e a época trágica dos gregos

Bayretuth, 1892

Nietzsche, Bayreuth e a época trágica dos gregos
Iracema Macedo

«Em carta ao amigo Franz Overbeck, alguns dias após a morte do compositor de Parsifal, Nietzsche diz ter sido Wagner o homem mais completo que ele conheceu. Acrescenta ainda que havia, entre os dois, uma espécie de "ofensa mortal" (Tödliche Beleidigung) e que teria sido terrível se Wagner tivesse vivido mais.»

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2005000200012
Kriterion: Revista de Filosofia

Richard Wagner e Nietzsche


Nietzsche e Wagner: caminhos e descaminhos na concepção do trágico

Jair Antunes
 
«Wagner concebe inicialmente a arte trágica grega em sua acepção puramente estética – a arte como
afirmação do caráter trágico da vida –, e como, em seguida, ele mesmo rompe com esta
concepção estético-artística-afirmativa e assume uma acepção idealista-pessimista
schopenhauriana da arte, ou seja, da arte como forma de ascese ao Absoluto.»

http://tragica.org/artigos/02/04-jair.pdf
Revista Trágica: estudos sobre Nietzsche – 2º semestre de 2008 – Vol.1 – nº2 – pp.53-70

Um artigo sobre O Anel...

A Morte de Siegfried, pelo ilustrador norte-americano Howard Pyle (1853-1911)
Eis um artigo interessante sobre O Anel do Nibelungo. Trata-se de um trabalho inserido na revista CONVERGÊNCIAS - revista de investigação de ensino e artes. Vão até lá:

http://convergencias.esart.ipcb.pt/artigo/79

sábado, 28 de janeiro de 2012

URBAN e WAGNER

Urban Sensibilities
A New Approach to Stage Design

By Cynthia Barnes




«...The young Urban soaked up the influences of great artists such as Richard Wagner, Adolf Loos, and Gustav Klimt amid the splendors of the new Ringstrasse. He was particularly impressed by Wagner's philosophy of gesamtkunstwerk, an attempt to combine all the elements of theater--costumes, lighting, stage movement, settings into one artistic effect. »

O arquiteto Joseph Urban, c. de 1900.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Fritz Lang e Richard Wagner


Dois belíssimos cartazes para o filme de que mostrei há pouco uma excerto: Os Nibelungos, de Fritz Lang. Ilustração vigorosa e foto belíssima. O cinema nos anos vinte , nada a crescentar. Um portento!

domingo, 4 de dezembro de 2011

A Dangerous Method, de David Croneberg

Para todos os que gostamos de analisar o wagnerismo, eis um excelente filme: A Dangerous Method , de David Cronenberg.
Excusado será dizer que, com alguma excepção que eu não conheço, a crítica não lhe fez justiça, nem soube fazer um exercício ínteressante em torno do tema. E, todavia, as pistas são tantas...
Foi preciso ir ler o New York Times para encontrar  organizado um conjunto de ideias válidas sobre o filme, justamente o remetendo para um bom lugar  na esteira dos wagnerismos. É que está lá quase tudo: Jung transforma-se num ariano (puro) e quer substituir vários pais; o da sua paciente, mas também Freud, seu mentor. Jung transforma-se em Siegfried (porque quer agir livremente, para lá do bem e do mal nietzschianos) e quer ser Wotan ( e, de certo modo, é-o, nas suas muitas infidelidades) ... e , apesar de não simpatizar muito com o nazismo, a verdade é que lhe sobreviveu  muito bem, enquanto os que o rodeavam foram caindo e morrendo...

Gostei muito do ambiente algo intangível que Cronenberg recria, mostrando-nos uma Suiça e uma Áustria muito soalheiras, onde nunca se vê neve ou chuva (  os protagonistas passeiam frente aos lagos, ou nos jardins do Belvedere de Viena, em ambientes perfeitamente imaculados, brancos, luminosos e irreais...)

Aproveitem para ler o New York Times:
http://movies.nytimes.com/2011/11/23/movies/a-dangerous-method-by-david-cronenberg-review.html?pagewanted=all

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

SIEGRIED - Metropolitan Opera, 2011

A récita que vimos em diferido no sábado foi fabulosa, e a ópera Siegfried, de Richard Wagner, é daquelas de que se pode dizer: quanto mais a vejo , mais gosto dela!
E digo isto porque nela os mitos fluem, das Eddas, dos gregos e do xamanismo de muitas culturas e religiões. O encontro de Erda com Wotan-Wanderer, no terceiro ato, é um dos mais belos momentos da tetralogia... Um dos aspetos que me impressionaram nesta encenação de Lepage foi a capacidade que o encenador demonstrou relativamente a clarificar os meandros da ação das personagens, desvendando a magia profunda de Wotan e de Erda, as duas criaturas que forjam os destinos do mundo, e que teimam em querer alterá-lo a seu favor...

Odin - Arthur Rackham









Wotan- Wanderer (um fabuloso Bryn Terfel) , Siegfried, MET OPERA, encenação de Robert Lepage, 2011
Em baixo: Erda (Patricia Bardon num vestido deslumbrante...), Siegfried, Met Opera, encenação de Robert Lepage, 2011

segunda-feira, 3 de outubro de 2011